Ela decidiu ir à praia, no finalzinho da tarde, perto de escurecer. Sozinha, ela caminhava devagar, olhando pra frente, pra se caso ela visse alguém conhecido, fosse pra outro lado da praia. Ela tinha resolvido ficar sozinha, mesmo.
Ela olhou, olhou de novo e olhou mais uma vez. Ficou feliz por não ver ninguém e assim, não ter que caminhar mais 1km, pra isolar-se. O que ela não conseguia em casa, porque tinha uma mãe coruja e um pai fanático por futebol. Sem contar o irmão caçula que vivia lhe enchendo.
A garota foi até a beira do mar, tirou os chinelos e deixou os pés serem molhados pelas pequenas ondas que vinham. Ver aquele horizonte fazia ela lembrar de coisas que tinha deixado pra trás. Coisas boas, ruins e coisas que ela devia ter feito, mas jogou fora oportunidades.
No momento, apareceram mais coisas ruins em sua mente. O que fez ela chorar. Cada lágrima refletia no que ela tinha passado. E depois de alguns minutos, quando ela parou, decidiu colocar todas as más lembranças num papel, colocar em uma garrafa de vidro e jogar no mar. Parecia clichê, mas para ela, diminuiu a angústia e ela deixou de ser fria. Aqueles pensamentos simplesmente sumiram e ela parecia ter mandado embora tudo aquilo que fora feito em vão.
No momento, apareceram mais coisas ruins em sua mente. O que fez ela chorar. Cada lágrima refletia no que ela tinha passado. E depois de alguns minutos, quando ela parou, decidiu colocar todas as más lembranças num papel, colocar em uma garrafa de vidro e jogar no mar. Parecia clichê, mas para ela, diminuiu a angústia e ela deixou de ser fria. Aqueles pensamentos simplesmente sumiram e ela parecia ter mandado embora tudo aquilo que fora feito em vão.
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